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        <title><![CDATA[Movimente]]></title>
        <description><![CDATA[Movimente]]></description>
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        <pubDate>Tue, 09 Jun 2026 17:39:21 GMT</pubDate>
        <copyright><![CDATA[2026 Movimente]]></copyright>
        <language><![CDATA[pt-br]]></language>
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            <title><![CDATA[CIM e Cidades Inteligentes: Como a Modelagem da Informação de Cidades pode transformar o planejamento urbano.]]></title>
            <description><![CDATA[Como a tecnologia pode transformar a forma como planejamos as cidades?

Neste artigo, você vai entender como o CIM, ou Modelagem da Informação de Cidades, pode integrar dados, modelos 3D, BIM, GIS, IoT ...]]></description>
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            <category><![CDATA[BIM]]></category>
            <category><![CDATA[Construção Civil]]></category>
            <category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
            <dc:creator><![CDATA[Movimente]]></dc:creator>
            <pubDate>Wed, 03 Jun 2026 12:33:55 GMT</pubDate>
            <content:encoded><![CDATA[<p>Como a tecnologia pode transformar a forma como planejamos as cidades?</p><p>Neste artigo, você vai entender como o CIM, ou Modelagem da Informação de Cidades, pode integrar dados, modelos 3D, BIM, GIS, IoT e outras tecnologias para apoiar uma gestão urbana mais inteligente, conectada e eficiente.</p><p>A leitura mostra como cidades digitalizadas podem melhorar o planejamento, facilitar o acesso às informações e ajudar gestores públicos, empresas e população a tomarem decisões mais rápidas e precisas.</p><p>Confira o artigo completo e entenda como o futuro das cidades já começa a ser construído agora:</p><p>Autor: <a class="text-interactive hover:text-interactive-hovered" data-id="gKw7ifGKjP" data-type="mention">Alexander Justi</a> </p><attachment data-id="NeB2SYvZq6oESvV41wYFF" data-type="attachment"></attachment>]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Arquiteto, Servidor no IFCE e Doutorando na UFC: Foco em Inovação e Gestão Pública]]></title>
            <description><![CDATA[Olá, pessoal!

Sou arquiteto e urbanista, especialista em Construção Sustentável, mestre em Engenharia Civil pela UFC e, atualmente, estou no desafio do doutorado, também na UFC (focado em Estruturas e ...]]></description>
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            <category><![CDATA[3D]]></category>
            <category><![CDATA[4D]]></category>
            <category><![CDATA[5D]]></category>
            <category><![CDATA[BIM]]></category>
            <category><![CDATA[Lean Construction]]></category>
            <category><![CDATA[Light Steel Frame]]></category>
            <category><![CDATA[Obras Públicas]]></category>
            <category><![CDATA[Orçamento]]></category>
            <category><![CDATA[Planejamento]]></category>
            <dc:creator><![CDATA[Joao Bosco Pinheiro Dantas Filho]]></dc:creator>
            <pubDate>Thu, 28 May 2026 22:40:39 GMT</pubDate>
            <content:encoded><![CDATA[<p>Olá, pessoal!</p><p>Sou arquiteto e urbanista, especialista em Construção Sustentável, mestre em Engenharia Civil pela UFC e, atualmente, estou no desafio do doutorado, também na UFC (focado em Estruturas e Construção Civil).</p><p>No dia a dia profissional, atuo como servidor público na Diretoria de Infraestrutura e Manutenção do Instituto Federal do Ceará (IFCE), onde divido meu tempo entre o desenvolvimento de projetos públicos e a gestão de contratos institucionais.</p><p>Minhas principais linhas de pesquisa, interesse e atuação prática envolvem:</p><ul><li><p><strong>BIM (Building Information Modeling)</strong> e sua implementação prática;</p></li><li><p><strong>Lean Construction</strong> aplicado à eficiência de processos;</p></li><li><p><strong>Industrialização da construção</strong>, especialmente com o uso de sistemas modulares e <em>Light Steel Frame</em> (LSF) voltados para edifícios públicos.</p></li></ul><p>Estou aqui na comunidade para trocar experiências sobre a modernização de orçamentos, planejamento de obras públicas, novos sistemas construtivos e os desafios da digitalização na nossa área.</p><p>Um abraço a todos e vamos nos conectar!</p>]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[NBR ISO 19650: A Espinha Dorsal da Gestão de Informação no BIM]]></title>
            <description><![CDATA[Na construção civil, não basta mais apenas criar modelos digitais bonitos e detalhados. O grande desafio agora é saber organizar, controlar e usar corretamente todas as informações geradas durante um ...]]></description>
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            <category><![CDATA[BIM]]></category>
            <category><![CDATA[Construção Civil]]></category>
            <category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
            <dc:creator><![CDATA[Movimente]]></dc:creator>
            <pubDate>Wed, 27 May 2026 11:35:13 GMT</pubDate>
            <content:encoded><![CDATA[<p>Na construção civil, não basta mais apenas criar modelos digitais bonitos e detalhados. O grande desafio agora é saber organizar, controlar e usar corretamente todas as informações geradas durante um projeto. Afinal, de pouco adianta ter muitos dados se eles não chegam às pessoas certas, no momento certo e com a qualidade necessária.</p><p>É nesse contexto que a NBR ISO 19650 ganha importância. A norma ajuda a transformar o uso do BIM em um processo mais claro, seguro e eficiente, orientando como as informações devem ser produzidas, verificadas, compartilhadas e armazenadas ao longo de todo o ciclo de vida de uma obra.</p><p>Mais do que uma regra técnica, a ISO 19650 propõe uma mudança de mentalidade: sair do “modelar por modelar” e passar a trabalhar com informações realmente úteis para a tomada de decisão, para a execução da obra e para a gestão de custos. </p><p>Neste artigo, vamos entender como essa norma funciona, qual o papel do Ambiente Comum de Dados e por que tudo isso impacta diretamente a qualidade dos orçamentos na construção civil. </p><p>Confira agora:</p><attachment data-id="BGsQhWhxSoEhh2LZZUseR" data-type="attachment"></attachment>]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Aprender a trabalhar com medições]]></title>
            <description><![CDATA[Sou arquiteto e urbanista, quero aprender a trabalhar com medições, no setor que eu trabalho, a principal função é fazer medições de obras de manutenção em escolas. Por onde começar, quais cursos ...]]></description>
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            <dc:creator><![CDATA[Pablo Santos]]></dc:creator>
            <pubDate>Tue, 26 May 2026 15:22:24 GMT</pubDate>
            <content:encoded><![CDATA[<p>Sou arquiteto e urbanista, quero aprender a trabalhar com medições, no setor que eu trabalho, a principal função é fazer medições de obras de manutenção em escolas. Por onde começar, quais cursos gratuitos a fazer.</p>]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Sangramento Financeiro Invisível]]></title>
            <description><![CDATA[Sua obra está custando mais do que deveria.

Não porque seu mestre de obras é ruim ou seu fornecedor é caro.

Porque existem formas de sangramento financeiro que ninguém te ensinou a enxergar — e que ...]]></description>
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            <category><![CDATA[Construção Civil]]></category>
            <category><![CDATA[Licitações de Obras]]></category>
            <category><![CDATA[Orçamento de Obras]]></category>
            <dc:creator><![CDATA[Daniel Funchal]]></dc:creator>
            <pubDate>Fri, 22 May 2026 10:42:55 GMT</pubDate>
            <content:encoded><![CDATA[<p>Sua obra está custando mais do que deveria.</p><p>Não porque seu mestre de obras é ruim ou seu fornecedor é caro.</p><p>Porque existem formas de sangramento financeiro que ninguém te ensinou a enxergar — e que aparecem em quase toda obra de médio porte.</p><p>Cinco das mais comuns:</p><ol><li><p><strong>Retrabalho sem rastreabilidade</strong></p></li></ol><p>Você refaz um serviço porque o projeto chegou com erro, o material veio com defeito ou o escopo mudou no meio do caminho.</p><p>O custo entra no caixa. Mas não entra em nenhum lugar que permita cobrar do contratante.</p><p>Em obras de R$2M, retrabalho não documentado consome entre R$40 mil e R$120 mil de margem.</p><ol start="2"><li><p><strong>Serviço extra executado sem aditivo</strong></p></li></ol><p>O cliente pediu uma mudança. Você fez. A relação estava boa. "A gente acerta depois."</p><p>Depois raramente acerta. O que não foi formalizado antes de executar vira custo seu — não custo dele.</p><ol start="3"><li><p><strong>BDI calculado no papel, consumido na prática</strong></p></li></ol><p>Você jogou 25% de BDI no orçamento. Mas não jogou INSS sobre nota, despesa financeira, equipe ociosa em período de chuva e imprevistos reais.</p><p>O BDI que fecha na planilha não fecha no banco.</p><ol start="4"><li><p><strong>Prazo perdido por culpa do contratante — sem nenhum registro</strong></p></li></ol><p>Projeto chegou atrasado. Material ficou retido. Acesso à frente travado por decisão do cliente.</p><p>Cada dia parado tem custo fixo: equipe, equipamento, aluguel, capital imobilizado.</p><p>Se você não formalizou o impacto no momento certo, você pagou por algo que não foi sua culpa.</p><ol start="5"><li><p><strong>Compra emergencial por falta de planejamento de insumos</strong></p></li></ol><p>Quando o planejamento falha, o estoque esvazia na hora errada.</p><p>Compra emergencial é compra cara: entre 15% e 30% acima do preço de mercado.</p><p>Multiplicado por dezenas de itens ao longo de meses, o resultado some no "custo de obra" sem sobrenome.</p><p>Nenhum desses é erro técnico. São erros de processo — e todos têm solução.</p><p>Qual desses já aconteceu na sua última obra?</p>]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[11 DIRETRIZES PARA QUANTIFICAÇÃO EM BIM]]></title>
            <description><![CDATA[1 - ELENCAR E SOLICITAR DOCUMENTAÇÕES PRÉVIAS:

Essa prática ajuda a conhecer o sistema construtivo do cliente, o que vai permitir planejar melhor seu modelo BIM. Entre elas podem estar memoriais ...]]></description>
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            <category><![CDATA[BIM]]></category>
            <category><![CDATA[Negócios]]></category>
            <category><![CDATA[Revit]]></category>
            <category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
            <dc:creator><![CDATA[Movimente]]></dc:creator>
            <pubDate>Wed, 20 May 2026 11:42:49 GMT</pubDate>
            <content:encoded><![CDATA[<h3 class="text-lg" data-toc-id="6682af6b-2dee-4208-905b-4a6f32c9b1f1" id="6682af6b-2dee-4208-905b-4a6f32c9b1f1"><strong>1 - Elencar e solicitar documentações prévias:</strong></h3><p>Essa prática ajuda a conhecer o sistema construtivo do cliente, o que vai permitir planejar melhor seu modelo BIM. Entre elas podem estar memoriais descritivos, cadernos de encargos, procedimentos de execução de serviços e demais dados históricos.</p><h3 class="text-lg" data-toc-id="1532cea7-f308-4e62-84be-aef43e3432a7" id="1532cea7-f308-4e62-84be-aef43e3432a7"><strong>2 - Verificar itens não modelados e bases de composição a serem usadas</strong></h3><p>Essa prática ajudará a escolher <a class="text-interactive hover:text-interactive-hovered" rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://www.especialistabim.com/quantificacao"><strong>melhor os procedimentos de modelagem.</strong></a> Um exemplo é o caso das bancadas, em algumas bases são quantificadas por unidades, em outras, por área e isso implica informações diferentes a serem extraídas, bem como parametrizações diferentes nas famílias. No <a class="text-interactive hover:text-interactive-hovered" rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://www.especialistabim.com/quantificacao"><strong>Curso Revit Quantificação</strong></a> da Quatre, mostro como utilizar a base de dados SINAPI, vinculando ao modelo BIM, através do plugin da <a class="text-interactive hover:text-interactive-hovered" rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.linkedin.com/company/orcafascio/"><strong>OrçaFascio</strong></a></p><figure data-align="center" data-size="best-fit" data-id="Ii4nKWDLun1vAitWlzeXL" data-version="v2" data-type="image"><img data-id="Ii4nKWDLun1vAitWlzeXL" alt="Não foi fornecido texto alternativo para esta imagem" src="https://tribe-s3-production.imgix.net/Ii4nKWDLun1vAitWlzeXL?auto=compress,format"></figure><h3 class="text-lg" data-toc-id="0e133377-758e-46de-9b46-b3cd75ce9b9f" id="0e133377-758e-46de-9b46-b3cd75ce9b9f"><strong>3 - Avaliar os elementos construtivos e as unidades de medida a serem levantadas</strong></h3><p>Esta diretriz corrobora com a anterior, mas não é exatamente igual. Um exemplo são os rodapés, pois, salvo algumas exceções de contratantes que pedem este serviço por área, a maioria precisa da quantidade em metro linear e neste caso é importante que a modelagem tenha sido pensada desde o início para extrair essa informação. Do contrário, haverá grande retrabalho. Eu apresento mais sobre esse elemento no curso <a class="text-interactive hover:text-interactive-hovered" rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://www.especialistabim.com/quantificacao"><strong>Revit Quantificação</strong></a> da Quatre que você pode conhecer <a class="text-interactive hover:text-interactive-hovered" rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://www.especialistabim.com/quantificacao"><strong>clicando aqui.</strong></a></p><figure data-align="center" data-size="best-fit" data-id="Iom7xRnHBYoNwVSf6O6RM" data-version="v2" data-type="image"><img data-id="Iom7xRnHBYoNwVSf6O6RM" alt="Não foi fornecido texto alternativo para esta imagem" src="https://tribe-s3-production.imgix.net/Iom7xRnHBYoNwVSf6O6RM?auto=compress,format"></figure><p></p><h3 class="text-lg" data-toc-id="d1b87aaf-1163-4ba4-a1c8-6f4581e1bc39" id="d1b87aaf-1163-4ba4-a1c8-6f4581e1bc39"><strong>4 - Definir os levantamentos de dados primários ou secundários</strong></h3><p>Um dos princípios que minimiza o peso de um arquivo BIM é decidir o que precisa ou não ser modelado. Boa parte das informações não precisa ser modelada, sendo encontradas por fórmulas ou dados secundários. Isso garante um <a class="text-interactive hover:text-interactive-hovered" rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://www.especialistabim.com/quantificacao"><strong>aumento de produtividade</strong></a> significativo para sua modelagem.</p><p></p><h3 class="text-lg" data-toc-id="ed0f8b89-6f95-4b89-800a-6766ff0fa527" id="ed0f8b89-6f95-4b89-800a-6766ff0fa527"><strong>5 - Definir os métodos de modelagem com a premissa “Produtividade x Precisão”</strong></h3><p>Um dos pontos que mais destaco aos alunos da <a class="text-interactive hover:text-interactive-hovered" rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://www.especialistabim.com/oferta"><strong>Formação Especialista BIM</strong></a> e também apresentei no Projeto Coruja (<a class="text-interactive hover:text-interactive-hovered" rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://www.especialistabim.com/projetocoruja"><strong>projeto de aulas gratuitas que venho realizando desde fevereiro</strong></a>) é que o método de modelagem deve ser produtivo e não apenas ser preciso, já que os prazos de projetos são cada vez mais curtos. Não faz sentido usar tecnologias BIM e perder mais tempo do que no método tradicional de levantamento de quantidades.</p><figure data-align="center" data-size="best-fit" data-id="GoA9pwei5PXi48miUS3mQ" data-version="v2" data-type="image"><img data-id="GoA9pwei5PXi48miUS3mQ" alt="Não foi fornecido texto alternativo para esta imagem" src="https://tribe-s3-production.imgix.net/GoA9pwei5PXi48miUS3mQ?auto=compress,format"></figure><p></p><h3 class="text-lg" data-toc-id="0a36652f-b434-4c18-82cc-d564d8b3cc41" id="0a36652f-b434-4c18-82cc-d564d8b3cc41"><strong>6 - Definir a organização (estrutura) dos arquivos</strong></h3><p>Seu modelo será único ou dividido em "pedaços". O que quero dizer com isso é, caso seu modelo passe a ficar muito pesado, é comum optar por estruturar um modelo central com vínculos, inclusive no caso de pavimentos tipo. Essa definição ajudará especialmente em modelos com grande detalhamento geométrico.</p><h3 class="text-lg" data-toc-id="c486661f-8126-4c0c-af61-c5325be5bee4" id="c486661f-8126-4c0c-af61-c5325be5bee4"><strong>7 - Elaborar/verificar o Plano de Execução BIM (BEP)</strong></h3><p>Se você está gerenciando o projeto, enumere os requisitos de modelação no BEP, que podem também direcionar a um guia de boas práticas. Ou se você está nas outras etapas do empreendimento, deve sempre consultar este documento para identificar as premissas para modelagem e acionar o Gerente BIM sempre que for necessário.</p><p></p><h3 class="text-lg" data-toc-id="cb0a9bd5-f658-4192-b37e-a3b57b461fb4" id="cb0a9bd5-f658-4192-b37e-a3b57b461fb4"><strong>8 - Proceder a modelagem/ seguindo o fluxo proposto as revisões propostas</strong></h3><p>O próximo passo é desenvolver a modelagem seguindo sempre o que foi determinado no BEP e nos guias de boas práticas, para atender aos requisitos da contratante. Nem mais, nem menos, modele o que é realmente necessário.</p><h3 class="text-lg" id="ember83"></h3><h3 class="text-lg" data-toc-id="5aec901a-cac7-4862-b2a9-eec332a91215" id="5aec901a-cac7-4862-b2a9-eec332a91215"><strong>9 - Proceder a </strong><a class="text-interactive hover:text-interactive-hovered" rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://sun.eduzz.com/916737"><strong>compatibilização/ análise de construtibilidade</strong></a></h3><p>Um princípio básico de boa prática em modelagem é seguir etapas bem estabelecidas. Seu modelo evolui e aumenta o nível de detalhamento gradativamente. Não cometa o erro de modelar tudo nas primeiras etapas, do contrário perderá muito tempo com retrabalho.</p><p></p><h3 class="text-lg" data-toc-id="0f58b9bf-10d7-4322-8351-ead1a0732f70" id="0f58b9bf-10d7-4322-8351-ead1a0732f70"><strong>10 - Proceder ajustes quando forem necessários</strong></h3><p>Essa premissa corrobora com a anterior. Uma vez compatibilizado, seu modelo BIM poderá seguir para etapas mais detalhadas, incrementando as informações geométricas e alfanuméricas. Na mentoria 8, da formação <a class="text-interactive hover:text-interactive-hovered" rel="noopener noreferrer nofollow" href="http://www.especialistabim.com/oferta"><strong>Especialista BIM,</strong></a> mostro como mudar a estruturação do modelo, que pode começar com modelo único e depois, passar a ser modelo central com vínculos (isso pode depender da disciplina, tipologia e complexidade do projeto)</p><figure data-align="center" data-size="best-fit" data-id="MU2DNNdafBEfVwQuNkNPT" data-version="v2" data-type="image"><img data-id="MU2DNNdafBEfVwQuNkNPT" alt="Não foi fornecido texto alternativo para esta imagem" src="https://tribe-s3-production.imgix.net/MU2DNNdafBEfVwQuNkNPT?auto=compress,format"></figure><p></p><h3 class="text-lg" data-toc-id="b2feb9bd-0a44-44c4-b6cd-ab76f48e15a1" id="b2feb9bd-0a44-44c4-b6cd-ab76f48e15a1"><strong>11 - Realizar validação do modelo e verificação dos dados levantados</strong></h3><p>A ultima e não menos importante premissa consiste em verificar se o modelo atende aos requisitos antes de seguir para orçamento. Essa verificação pode ser feita pela própria equipe de tarefas ou por um coordenador BIM.</p><p></p><p>Link do artigo no LinkedIn: <a class="text-interactive hover:text-interactive-hovered" rel="noopener noreferrer nofollow" href="https://www.linkedin.com/pulse/11-diretrizes-para-quantifica%C3%A7%C3%A3o-em-bim-rani-de-moraes/">https://www.linkedin.com/pulse/11-diretrizes-para-quantifica%C3%A7%C3%A3o-em-bim-rani-de-moraes/</a></p><div data-embed-url="https://www.linkedin.com/pulse/11-diretrizes-para-quantifica%C3%A7%C3%A3o-em-bim-rani-de-moraes/" data-id="7N7BSsQeBxeWQsc7rTgOF" data-type="embed"></div>]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Orçamento com BIM: Promessas, armadilhas e o que realmente funciona.]]></title>
            <description><![CDATA[A orçamentação com BIM tem ganhado cada vez mais espaço na construção civil por prometer processos mais rápidos, precisos e integrados. Com ela, é possível relacionar modelos digitais a quantitativos,...]]></description>
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            <category><![CDATA[BIM]]></category>
            <category><![CDATA[Orçamento de Obras]]></category>
            <dc:creator><![CDATA[Movimente]]></dc:creator>
            <pubDate>Wed, 13 May 2026 11:24:30 GMT</pubDate>
            <content:encoded><![CDATA[<p>A orçamentação com BIM tem ganhado cada vez mais espaço na construção civil por prometer processos mais rápidos, precisos e integrados. Com ela, é possível relacionar modelos digitais a quantitativos, custos e critérios de medição, tornando o orçamento uma ferramenta mais confiável para planejamento e tomada de decisão. <br><br>Porém, na prática, o uso do BIM no orçamento não funciona de forma automática. Para alcançar bons resultados, é preciso unir tecnologia, conhecimento técnico, padronização e integração entre os profissionais envolvidos.</p><p>Este texto apresenta as principais promessas do BIM 5D, os erros mais comuns em sua aplicação e o que realmente funciona para transformar dados em orçamentos mais seguros e eficientes.</p><p>Confira o artigo completo: </p><attachment data-id="jc2xTS9HQEguppujkkRLA" data-type="attachment"></attachment>]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Inexequibilidade de Preços com Análise da Lei nº 14.133/2021 e a IN SEGES nº 73/2022.]]></title>
            <description><![CDATA[A inexequibilidade de preços é um tema essencial nas licitações públicas, especialmente quando o critério de julgamento envolve menor preço ou maior desconto. Embora propostas com valores baixos ...]]></description>
            <link>https://comunidade.orcafascio.com/blog-4bkdo50t/post/inexequibilidade-de-precos-com-analise-da-lei-no-14-133-2021-e-a-in-seges-S0jYTuavgPtxScU</link>
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            <category><![CDATA[Construção Civil]]></category>
            <category><![CDATA[Inovação]]></category>
            <category><![CDATA[Orçamento de Obras]]></category>
            <category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
            <dc:creator><![CDATA[Movimente]]></dc:creator>
            <pubDate>Wed, 06 May 2026 11:26:39 GMT</pubDate>
            <content:encoded><![CDATA[<p>A inexequibilidade de preços é um tema essencial nas licitações públicas, especialmente quando o critério de julgamento envolve menor preço ou maior desconto. Embora propostas com valores baixos possam parecer vantajosas em um primeiro momento, nem sempre elas garantem a execução adequada do contrato. Por isso, a Administração Pública precisa avaliar se o preço ofertado é realmente compatível com os custos, encargos e riscos envolvidos na contratação. Neste artigo, o professor Raphael Icaro analisa como a Lei nº 14.133/2021 e a IN SEGES/ME nº 73/2022 tratam a comprovação da exequibilidade das propostas, destacando a importância de decisões técnicas, motivadas e equilibradas para proteger o interesse público. </p><p>Leia o artigo completo: </p><attachment data-id="1oKu67UPs6jadfnQyzfnw" data-type="attachment"></attachment><p> </p>]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[A estética como consequência da técnica na arquitetura vernacular.]]></title>
            <description><![CDATA[Mais do que linguagem visual, a arquitetura vernacular revela como forma, material e clima podem produzir uma estética que nasce da necessidade construtiva — e não do desejo de estilo.

No debate ...]]></description>
            <link>https://comunidade.orcafascio.com/blog-4bkdo50t/post/a-estetica-como-consequencia-da-tecnica-na-arquitetura-vernacular-fMSlWuDuPqhcTRz</link>
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            <category><![CDATA[Construção Civil]]></category>
            <category><![CDATA[Inovação]]></category>
            <category><![CDATA[Planejamento Urbano]]></category>
            <category><![CDATA[Tecnologia]]></category>
            <dc:creator><![CDATA[Movimente]]></dc:creator>
            <pubDate>Wed, 29 Apr 2026 12:03:57 GMT</pubDate>
            <content:encoded><![CDATA[<p><strong>Mais do que linguagem visual, a arquitetura vernacular revela como forma, material e clima podem produzir uma estética que nasce da necessidade construtiva — e não do desejo de estilo.</strong></p><p>No debate contemporâneo sobre arquitetura, ainda é comum tratar o vernacular como um repertório visual: telhados marcantes, paredes espessas, aberturas contidas, materiais aparentes e volumetrias associadas a uma identidade regional. Mas essa leitura é incompleta. Em um setor pressionado a reduzir consumo energético, emissões e dependência de soluções compensatórias, a arquitetura vernacular importa menos como “imagem do passado” e mais como prova de que desempenho pode gerar forma. Isso ganha peso num cenário em que o setor de edifícios e construção respondeu por 34% da demanda global de energia e por 37% das emissões de CO₂ ligadas à energia e aos processos em 2022.</p><p>A literatura recente define a arquitetura vernacular como uma construção regional influenciada por geografia, materiais disponíveis, clima, tradições e cultura, produzida a partir de conhecimento transmitido e readaptado ao longo do tempo. Entre seus atributos centrais estão o uso de materiais locais, o desenho adaptado às condições climáticas e topográficas, o emprego de técnicas construtivas transmitidas entre gerações e a participação ativa de usuários e artesãos locais. Em outras palavras, sua forma não nasce isolada: ela é resultado de uma negociação contínua entre território, técnica e vida cotidiana.</p><p>É justamente por isso que, no vernacular, estética e técnica não aparecem como campos separados. Aquilo que hoje pode ser lido como “charme regional” muitas vezes surgiu como resposta concreta a problemas de ventilação, insolação, chuva, umidade, disponibilidade material, estabilidade construtiva e manutenção. A própria UNESCO ressalta que técnicas tradicionais, materiais locais, formas vernaculares, implantação dos edifícios e padrões urbanos são evidências de adaptação humana ao clima e aos recursos disponíveis. Quando essa lógica se repete por gerações, a solução técnica deixa uma marca visual. A forma passa a ser reconhecida como linguagem, mas sua origem está na necessidade.</p><p>Esse ponto aparece de forma clara nas pesquisas mais recentes sobre forma arquitetônica vernacular. Um estudo de 2025 sobre as feições formais da arquitetura vernacular destaca que essas formas estão relacionadas à funcionalidade e às técnicas construtivas, e que o desenho deve ser pensado em combinação com atributos do sítio, características regionais e funções arquitetônicas. O mesmo estudo reforça que formas vernaculares específicas do ambiente natural não são aleatórias: elas se consolidam porque respondem, de modo adaptativo, às condições do lugar. Isso ajuda a quebrar uma leitura romantizada. O beiral profundo, a cobertura específica, o ritmo das aberturas e certos perfis de fachada não existem primeiro para “parecer vernaculares”; eles se tornam vernaculares porque resolvem bem.</p><p>Quando essa relação entre técnica e forma é observada em casos concretos, o argumento fica ainda mais forte. No estudo sobre o First Granary de Xuan’en, na China, a implantação foi adaptada ao relevo e à circulação dos ventos do vale; o edifício foi disposto de modo a aproveitar melhor a ventilação, e sua forma retangular combinada com cobertura de duas águas e baixo fator de forma foi usada para reduzir perdas térmicas. Sem meios ativos de ventilação ou resfriamento, o estudo registrou temperatura média do depósito não superior a 25 °C, dentro do padrão de armazenamento quase em baixa temperatura. Aqui, a volumetria não é um gesto formal gratuito: ela é a expressão visível de uma lógica climática e construtiva.</p><p>A mesma conclusão aparece em pesquisas sobre desempenho térmico de casas tradicionais. Um estudo de 2023 mostrou que estratégias vernaculares baseadas em ventilação natural, proteção solar, amortecimento térmico e alta massa térmica melhoraram o conforto em dias quentes e noites frias. O trabalho também concluiu que orientação geográfica, aproveitamento de recursos locais, layout adequado e desenho das aberturas contribuem para o conforto térmico mesmo sem consumo de combustíveis fósseis. Isso permite uma leitura mais precisa da estética vernacular: aquilo que se vê na fachada ou na seção do edifício costuma ser a face aparente de decisões sobre calor, sombra, ventilação e matéria. A beleza, nesse caso, não é negada; ela só deixa de ser o ponto de partida.</p><p>Esse raciocínio é especialmente útil hoje porque boa parte da produção contemporânea ainda inverte a ordem do problema. Em muitos edifícios, a imagem vem primeiro, o sistema construtivo vem depois e o desempenho climático é corrigido no fim com equipamentos. O vernacular opera de outro modo: começa pelo lugar, traduz isso em técnica e deixa que a forma emerja dessa relação. Por isso, copiar apenas a aparência de uma arquitetura vernacular — seu telhado, sua materialidade aparente, sua paleta ou sua composição — sem reproduzir a lógica climática, construtiva e territorial que a originou tende a gerar uma caricatura. A imagem permanece, mas a inteligência desaparece. Essa é uma inferência consistente com o fato de que a literatura sobre preservação vernacular insiste na necessidade de adaptar soluções contemporâneas sem descaracterizar os traços essenciais que nasceram justamente dessa relação entre contexto e técnica.</p><p>Ler a estética vernacular como consequência da técnica também ajuda a qualificar o debate sobre inovação. Não se trata de defender uma volta literal ao passado, nem de idealizar qualquer solução tradicional. Trata-se de reconhecer que muitas arquiteturas historicamente eficientes não separavam forma de desempenho, nem tratavam o edifício como objeto autônomo em relação ao clima, ao material e à obra. Quando a construção contemporânea reaprende isso, ela deixa de usar o vernacular como repertório decorativo e passa a tratá-lo como repertório projetual.</p><p>No fim, a grande lição da arquitetura vernacular talvez seja esta: a técnica também produz linguagem. Quando materiais, clima, topografia e uso são levados a sério, a forma deixa de ser um gesto arbitrário e passa a ser consequência. É justamente aí que a estética ganha profundidade. Não como adorno aplicado sobre a obra, mas como resultado visível de uma construção que respondeu bem ao lugar.</p>]]></content:encoded>
        </item>
        <item>
            <title><![CDATA[Engenheiro Civil]]></title>
            <description><![CDATA[Aposentado, mas atuando com projetos, estudando para aprender mais, ativo enfim,]]></description>
            <link>https://comunidade.orcafascio.com/introduce-yourself-rljckwcp/post/engenheiro-civil-NeU0IfXEcJHW90o</link>
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            <dc:creator><![CDATA[Artur Rodrigues Neto]]></dc:creator>
            <pubDate>Fri, 24 Apr 2026 14:14:07 GMT</pubDate>
            <content:encoded><![CDATA[<p>Aposentado, mas atuando com projetos, estudando para aprender mais, ativo enfim,</p>]]></content:encoded>
        </item>
    </channel>
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