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  • Antes de começar uma obra, é muito importante olhar com atenção para uma etapa que muitas vezes fica “escondida”: as fundações. Apesar de não aparecerem no resultado final, elas têm um grande impacto na segurança da construção e também no orçamento. Uma escolha feita sem análise pode gerar gastos desnecessários e comprometer a viabilidade do projeto. No artigo produzido pelo Milton José, você vai entender por que as fundações são chamadas de “dinheiro enterrado”, quais fatores influenciam seus custos e como uma boa análise técnica pode ajudar a economizar sem abrir mão da segurança. Confira o artigo completo e veja como decisões bem planejadas podem fazer diferença no custo final da sua obra:
  • Como a tecnologia pode transformar a forma como planejamos as cidades? Neste artigo, você vai entender como o CIM, ou Modelagem da Informação de Cidades, pode integrar dados, modelos 3D, BIM, GIS, IoT e outras tecnologias para apoiar uma gestão urbana mais inteligente, conectada e eficiente. A leitura mostra como cidades digitalizadas podem melhorar o planejamento, facilitar o acesso às informações e ajudar gestores públicos, empresas e população a tomarem decisões mais rápidas e precisas. Confira o artigo completo e entenda como o futuro das cidades já começa a ser construído agora: Autor: Alexander Justi
  • Na construção civil, não basta mais apenas criar modelos digitais bonitos e detalhados. O grande desafio agora é saber organizar, controlar e usar corretamente todas as informações geradas durante um projeto. Afinal, de pouco adianta ter muitos dados se eles não chegam às pessoas certas, no momento certo e com a qualidade necessária. É nesse contexto que a NBR ISO 19650 ganha importância. A norma ajuda a transformar o uso do BIM em um processo mais claro, seguro e eficiente, orientando como as informações devem ser produzidas, verificadas, compartilhadas e armazenadas ao longo de todo o ciclo de vida de uma obra. Mais do que uma regra técnica, a ISO 19650 propõe uma mudança de mentalidade: sair do “modelar por modelar” e passar a trabalhar com informações realmente úteis para a tomada de decisão, para a execução da obra e para a gestão de custos. Neste artigo, vamos entender como essa norma funciona, qual o papel do Ambiente Comum de Dados e por que tudo isso impacta diretamente a qualidade dos orçamentos na construção civil. Confira agora:
  • 1 - Elencar e solicitar documentações prévias: Essa prática ajuda a conhecer o sistema construtivo do cliente, o que vai permitir planejar melhor seu modelo BIM. Entre elas podem estar memoriais descritivos, cadernos de encargos, procedimentos de execução de serviços e demais dados históricos. 2 - Verificar itens não modelados e bases de composição a serem usadas Essa prática ajudará a escolher melhor os procedimentos de modelagem. Um exemplo é o caso das bancadas, em algumas bases são quantificadas por unidades, em outras, por área e isso implica informações diferentes a serem extraídas, bem como parametrizações diferentes nas famílias. No Curso Revit Quantificação da Quatre, mostro como utilizar a base de dados SINAPI, vinculando ao modelo BIM, através do plugin da OrçaFascio 3 - Avaliar os elementos construtivos e as unidades de medida a serem levantadas Esta diretriz corrobora com a anterior, mas não é exatamente igual. Um exemplo são os rodapés, pois, salvo algumas exceções de contratantes que pedem este serviço por área, a maioria precisa da quantidade em metro linear e neste caso é importante que a modelagem tenha sido pensada desde o início para extrair essa informação. Do contrário, haverá grande retrabalho. Eu apresento mais sobre esse elemento no curso Revit Quantificação da Quatre que você pode conhecer clicando aqui. 4 - Definir os levantamentos de dados primários ou secundários Um dos princípios que minimiza o peso de um arquivo BIM é decidir o que precisa ou não ser modelado. Boa parte das informações não precisa ser modelada, sendo encontradas por fórmulas ou dados secundários. Isso garante um aumento de produtividade significativo para sua modelagem. 5 - Definir os métodos de modelagem com a premissa “Produtividade x Precisão” Um dos pontos que mais destaco aos alunos da Formação Especialista BIM e também apresentei no Projeto Coruja (projeto de aulas gratuitas que venho realizando desde fevereiro) é que o método de modelagem deve ser produtivo e não apenas ser preciso, já que os prazos de projetos são cada vez mais curtos. Não faz sentido usar tecnologias BIM e perder mais tempo do que no método tradicional de levantamento de quantidades. 6 - Definir a organização (estrutura) dos arquivos Seu modelo será único ou dividido em "pedaços". O que quero dizer com isso é, caso seu modelo passe a ficar muito pesado, é comum optar por estruturar um modelo central com vínculos, inclusive no caso de pavimentos tipo. Essa definição ajudará especialmente em modelos com grande detalhamento geométrico. 7 - Elaborar/verificar o Plano de Execução BIM (BEP) Se você está gerenciando o projeto, enumere os requisitos de modelação no BEP, que podem também direcionar a um guia de boas práticas. Ou se você está nas outras etapas do empreendimento, deve sempre consultar este documento para identificar as premissas para modelagem e acionar o Gerente BIM sempre que for necessário. 8 - Proceder a modelagem/ seguindo o fluxo proposto as revisões propostas O próximo passo é desenvolver a modelagem seguindo sempre o que foi determinado no BEP e nos guias de boas práticas, para atender aos requisitos da contratante. Nem mais, nem menos, modele o que é realmente necessário. 9 - Proceder a compatibilização/ análise de construtibilidade Um princípio básico de boa prática em modelagem é seguir etapas bem estabelecidas. Seu modelo evolui e aumenta o nível de detalhamento gradativamente. Não cometa o erro de modelar tudo nas primeiras etapas, do contrário perderá muito tempo com retrabalho. 10 - Proceder ajustes quando forem necessários Essa premissa corrobora com a anterior. Uma vez compatibilizado, seu modelo BIM poderá seguir para etapas mais detalhadas, incrementando as informações geométricas e alfanuméricas. Na mentoria 8, da formação Especialista BIM, mostro como mudar a estruturação do modelo, que pode começar com modelo único e depois, passar a ser modelo central com vínculos (isso pode depender da disciplina, tipologia e complexidade do projeto) 11 - Realizar validação do modelo e verificação dos dados levantados A ultima e não menos importante premissa consiste em verificar se o modelo atende aos requisitos antes de seguir para orçamento. Essa verificação pode ser feita pela própria equipe de tarefas ou por um coordenador BIM. Link do artigo no LinkedIn: https://www.linkedin.com/pulse/11-diretrizes-para-quantifica%C3%A7%C3%A3o-em-bim-rani-de-moraes/
  • A orçamentação com BIM tem ganhado cada vez mais espaço na construção civil por prometer processos mais rápidos, precisos e integrados. Com ela, é possível relacionar modelos digitais a quantitativos, custos e critérios de medição, tornando o orçamento uma ferramenta mais confiável para planejamento e tomada de decisão. Porém, na prática, o uso do BIM no orçamento não funciona de forma automática. Para alcançar bons resultados, é preciso unir tecnologia, conhecimento técnico, padronização e integração entre os profissionais envolvidos. Este texto apresenta as principais promessas do BIM 5D, os erros mais comuns em sua aplicação e o que realmente funciona para transformar dados em orçamentos mais seguros e eficientes. Confira o artigo completo:
  • A inexequibilidade de preços é um tema essencial nas licitações públicas, especialmente quando o critério de julgamento envolve menor preço ou maior desconto. Embora propostas com valores baixos possam parecer vantajosas em um primeiro momento, nem sempre elas garantem a execução adequada do contrato. Por isso, a Administração Pública precisa avaliar se o preço ofertado é realmente compatível com os custos, encargos e riscos envolvidos na contratação. Neste artigo, o professor Raphael Icaro analisa como a Lei nº 14.133/2021 e a IN SEGES/ME nº 73/2022 tratam a comprovação da exequibilidade das propostas, destacando a importância de decisões técnicas, motivadas e equilibradas para proteger o interesse público. Leia o artigo completo: